Victor Azevedo, o jovem pastor que já figurou em manchetes por dar a entender que nega a sacralidade da Bíblia e a soberania de Deus, saiu em defesa de Ed René Kivitz, afirmando que a reação às declarações foram desproporcionais e limitam o potencial da igreja evangélica no Brasil.

Uma sequência de Stories publicada por Azevedo no Instagram trouxe a visão do jovem pastor sobre a polêmica: “É por isso que a gente faz o que faz e é o que é como igreja no Brasil. Uma pena! A gente tinha muito mais potencial se a gente soubesse ouvir e entender, repensar e ter coragem de mudar”, disse ele.

“Conclusão que eu chego é a seguinte: pra você rever uma crença e mudar tem que ter humildade. Porque, obviamente, isso vai ficar exposto que você mudou e todo mundo vai perceber, principalmente se for líder religioso”, acrescentou o pastor.

Por fim, Victor Azevedo declarou que foi criticado por sair em defesa de Ed René Kivitz e decidiu excluir a pregação polêmica que ele havia compartilhado, demonstrando não ter argumentos para sustentar as ideias que estavam sendo combatidas por seus próprios seguidores: “Se não concorda com você é fácil colocar na caixa da heresia e do filho do diabo”, queixou-se.

Liberalismo teológico

O pastor Renato Vargens, que de maneira recorrente refuta as declarações de Victor Azevedo, usou as redes sociais para alertar sobre os riscos que a teologia liberal representa para a igreja evangélica, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

“A Teologia liberal é diabólica. Pastores liberais disseminam heresias das mais escabrosas. Liberais têm o discurso do amor, mas não plantam igrejas, não fundam hospitais, não fazem missões, nem tampouco socorrem o pobre. Liberais gostam de discursar e criticar os conservadores que plantam igrejas, fundam hospitais, fazem missões e socorrem o pobre. Na verdade, liberais são parasitas e quando se hospedam numa igreja a matam lenta e vagarosamente”, disparou.

Em outra publicação, lembrou quais são as evidências do abandono à fé: “Toda apostasia começa com a negação da suficiência e inerrância das Escrituras. Esse é o primeiro passo em direção a uma vida sem Cristo. Não! A Bíblia é nossa regra de fé! Ela não precisa ser reinterpretada, ela é atemporal, infalível e Palavra de Deus”.

Por fim, referiu-se às declarações de Victor Azevedo de forma direta: “Com sua postura, Kivitz demonstrou que sua hermenêutica é liberal, já o moço que o apoia, talvez nem saiba o que é isso, visto que sua falas e posições ultrapassam o bom senso de qualquer hermenêutica. Todavia, o que ambos têm em comum é o apreço pelo relativismo da Palavra de Deus”.





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